24 outubro 2006

Uma abordagem prática sobre Paradigmas Orientados a Objetos
por Paulo Roberto Donatilio Rego

Criada com o propósito de modelar caraterísticas do mundo real, virtualizar um objeto e simular situações peculiares ao mesmo. Os noruegueses que criaram o Simula não imaginavam, talvez, o frisson em que está hoje em dia a forma de programar concebida por eles na década de 60. O Simula foi a primeira linguagem que se propôs a utilizar essa forma de paradigma, o Paradigma Orientado a Objeto. Esse paradigma alcançou seu conceito pleno quando foi concebida a linguagem de programação conhecida como Smalltalk em 1980.

A forma de se estruturar um objeto virtual é muito similar a forma real. se um objeto fosse um veículo, suas propiedades seriam suas cararterísticas como sua cor, o tipo de roda, a marca, o modelo, etc. Agrupado a essas características também existem uma série de Funcionalidades como andar, abrir o vidro, ligar o ar condicionado, entre outras. Essas cararterísticas são oferecidas a um objeto carro e com isso esta informação ficaria armazenada. Quando concebemos um outro objeto chamado Oficina este objeto poderia fazer uso do objeto carro, e também de outros objetos como funcionários, ferramentas, trocas, etc.

Quando pensamos em Paradigmas orientados a objetos temos que ter em mente que um objeto define uma classe, por exemplo o objeto acima citado é um carro, ou seja o carro é a classe de onde se deriva o objeto, à este objeto foram atribuídas características próprias e funcionalidades, quando isto acontece diz-se que é a programação da classe. Se comparada a linguagem imperativa essas características seriam como variáveis atribuídas a um registro. e a vantagem principal de uma LOO para uma LI é a possibilidade de um melhor reaproveitamento do código. Um objeto pode ser completamente portátil bastando apenas se declarar de onde que ele veio, daí o conceito de Herança que é quando um objeto recebe cararcterísticas (propriedades e funcionalidades) que são herdadas de um outro objeto.

Se um código é criado dentro do conceito do Paradigma Orientado a Objeto deve se levar em conta que ele deve ser o máximo de portável possível, o conceito de polimorfismo caracteriza a esta portabilidade, quando um código possui esta característica ele pode ser usado em qualquer objeto sem que exista algum tipo de conflito para a execução. Um bom exemplo, seria o procedimento Clear no Delhi que e uma linguagem híbrida que possui algumas características voltadas a objeto e esta é uma delas. quando utilizado o clear a função dele é apagar o que estiver registrado no objeto se o objeto for um Tmemo, um Tedit ou um Tquery, não importa sua função é limpar o que foi escrito neste componente.

Pensar em POO é pensar atual, hoje as linguagens derivadas deste paradigmasse encontrarm no mais alto patamar de desenvolvimento. Existem muitas pesquisas e o material é extenso. Pesquisar e interagir com esse movimento é extremamente útil para aqueles que querem se manter no mercado de desenvolvimento.



Referências:

24/10/2006 - http://www.ccuec.unicamp.br/revista/infotec/artigos/leite_rahal.html

24/10/2006 - http://www.criarweb.com/artigos/215.php?manual=11

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